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27 de jan. de 2013

Que amor é este?



Esta é uma verdadeira história de sacrifício da mãe durante o terremoto
no Japão.
Depois que o terremoto acalmou, quando os BOMBEIROS chegaram as ruínas
da casa de uma jovem mulher, viram seu corpo morto através das rachaduras.
Mas a pose era de algum modo estranha... ela ajoelhou-se como uma
pessoa que estava adorando: seu corpo estava debruçado para a frente,
e suas duas mãos estavam apoiando algo.
A casa caiu ... caiu em suas costas e cabeça.
Com tantas dificuldades, o líder da equipe socorrista colocou a
mão através de uma fenda na parede para alcançar o corpo da mulher.
Ele estava esperando que a mulher pudesse estar viva.
No entanto, o corpo frio e duro disse-lhe que ela tinha morrido...
Ele e o resto da equipe deixou a casa e estavam indo para procurar
o prédio ao lado que entrou em colapso.
Por algumas razões, o líder da equipe foi impulsionado por uma
força irresistível a voltar para a casa da mulher morta.
Novamente, ele ajoelhou-se e através das rachaduras estreitas,
pesquisou o pouco espaço de baixo do corpo morto.
De repente, ele gritou com entusiasmo:
"Uma criança! Há uma criança!
"Toda a equipe trabalhou em conjunto; eles removeram cuidadosamente
as pilhas de objetos entre as ruínas, em volta da mulher morta.
Havia um menino de 3 meses de idade enrolado em um cobertor
florido sob o corpo morto de sua mãe.
Obviamente, a mulher tinha feito um último sacrifício para salvar seu filho.
Quando sua casa estava caindo, ela usou seu corpo para fazer uma
capa para proteger seu filho.
O menino ainda estava dormindo pacificamente quando o líder
da equipe o pegou.
O médico chegou rapidamente para examinar o menino.
Depois ele abriu o cobertor, e viu um telefone celular
dentro do cobertor.
Havia uma mensagem de texto na tela que dizia:
"Se você puder sobreviver, você deve se lembrar que eu te amo.
" Este celular foi passando em torno de uma mão para outra.
Todos que leram a mensagem se emocionaram.
"Se você sobreviver, você deve se lembrar que eu te amo.
" Tal é o amor da mãe por seu filho!



22 de nov. de 2012

Amizade ...

Pode ser que um dia deixemos de nos falar... Mas, enquanto houver amizade, Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe... Mas, se a amizade permanecer, Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos... Mas, se formos amigos de verdade, A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos... Mas, se ainda sobrar amizade, Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe... Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, Cada vez de forma diferente. Sendo único e inesquecível cada momento Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Albert Einstein

19 de mar. de 2010

A natureza





"A natureza pinta para nós,
dia após dia,
quadros de infinita beleza
se tivermos olhos para ver...
John Ruskin


Excelente Sábado pra Você!





18 de mar. de 2010

Arco-íris







No fim de cada arco-íris
tem um pote de ouro
Vá lá, desfrute e peça bis!
Este presente é tão puro!
Nada compra e ninguém diz
Que vai um dia acabar.
É como um chafariz
de cores espalhadas pelo ar.
Cores douradas a brilhar
Tesouro de um mágico pote.
Apanhado em um sonhar
De quem sabe aproveitar a boa sorte!

Anorkinda




2 de mar. de 2010

Recomeçar ...


Para poder recomeçar sempre,
perdoe-se pelos fracassos e erros que cometer,
aprenda com eles e, à partir deles,
programe suas próximas ações.
Para manter-se motivado, sonhe.
Para realizar, planeje,
pensando grande e fazendo pequeno,
um pouco a cada dia e todos os dias um pouco,
porque são pequenas gotas d'água
que fazem todo grande oceano ...

Beijos

29 de jan. de 2010

Haiti, Escombros da Exclusão







Como entender tanto sofrer?
Já eram excluídos, com sede e fome
Sem nome, sem nada, já eram órfãos
Da indiferença, da desigualdade
Deste mundo cruel.
Tudo que tinham era o riso fácil
E o canto de esperança.
Como entender tanto sofrer?
Deliciavam-se com biscoitos de barro
Que dividiam entre si...
Espera, incertezas,
Descalços, sem água, sem pão.
E agora?
Tragédia, dor e mais mortes.
Por quanto tempo terão ajuda
Ou novamente, serão abandonados
à própria sorte?
Órfãos que sempre foram
Filhos das agruras num lar
que já não possuía chão...
Ali, germinou o sonho
da liberdade, da escravidão..
E foram castigados
Pela eterna exclusão.
Agora, vagam dia e noite
Chorando a morte
De pais, mães, filhos e irmãos.

Autor desconhecido